| Ai… essa boca morena, morena mimada |
| quando desata, dizendo bobagens que eu gosto de ouvir |
| Quando limpei-lhes os ouvidos |
| lá dentro no fundo me abre os sentidos |
| Parece que o mundo em questão de segundos lhe vai diluir |
| Ai… os espelhos refletem dois copos vencidos |
| Sussurros de, cansaços chegando a me desafiar |
| E essa boca morena, insensato e sem pena |
| vai me desgastando, amando e amando |
| e eu me entregando ou morrendo de amar |
| Ai… essa boca morena se dá por amor |
| Sem dia, sem hora, sem ocasião |
| Me suga, me beija não deixa que eu drible |
| E acende o pavil como dinamite |
| que esplode meu peito e no meu coração |
| E essa boca morena, insensato e sem pena |
| vai me desgastando, amando e amando |
| e eu me entregando ou morrendo de amar |
| Ai… essa boca morena se dá por amor |
| Sem dia, sem hora, sem ocasião |
| Me suga, me beija não deixa que eu drible |
| E acende o pavil como dinamite |
| que esplode meu peito e no meu coração |