| Percebo que o tempo já não passa |
| Você diz que não tem graça amar assim |
| Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito |
| Parecido com borboletas de um jardim |
| Agora você volta |
| E balança o que eu sentia por outro alguém |
| Dividido entre dois mundos |
| Sei que estou amando, mas ainda não sei quem |
| Não sei dizer o que mudou |
| Mas, nada está igual |
| Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal |
| Você tenta provar que tudo em nós morreu |
| Borboletas sempre voltam |
| E o seu jardim sou eu |
| Percebo que o tempo já não passa |
| Você diz que não tem graça amar assim |
| Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito |
| Parecido com borboletas de um jardim |
| Agora você volta |
| E balança o que eu sentia por outro alguém |
| Dividido entre dois mundos |
| Sei que estou amando, mas ainda não sei quem |
| Não sei dizer o que mudou |
| Mas, nada está igual |
| Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal |
| Você tenta provar que tudo em nós morreu |
| Borboletas sempre voltam |
| E o seu jardim sou eu |
| Não sei dizer o que mudou |
| Mas nada está igual |
| Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal |
| Você tenta provar que tudo em nós morreu |
| Borboletas sempre voltam |
| E o seu jardim sou eu |
| Sempre voltam |
| E o seu jardim sou eu |