| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |
| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |
| Bora, nego |
| Bora que a vida anda pra frente |
| E se ficar pequeno pra gente |
| A caravana caminhará |
| É os pirraia na praia, mandando rabo-de-arraia |
| Ligeiro tipo Jiraya, é pique nosso |
| Vivendo a vida no talo, bebendo amor no gargalo |
| Eu agradeço: «Mahalo!» |
| Faço o que posso |
| Balança, balança, mas não cai |
| E avança na dança, mas não cai |
| Balança, balança, balança, balança, não cai |
| E avança na dança, a esperança na andança que vai, então |
| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |
| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |
| Quando nego chora pesado, é pra ficar leve |
| É por alguma coisa que eleve |
| A criatura é criadora |
| Patriarcado, família, bagulho sério na Síria |
| Televisão bota pilha, ma people cry |
| Periferia resiste, quando o sotaque persiste |
| Pois tudo aquilo que existe, you can’t deny |
| Balança, balança, mas não cai |
| E avança na dança, mas não cai |
| Balança, balança, balança, balança, não cai |
| Avança na dança, e esperança na andança que vai, então |
| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |
| Ande |
| Não pare de mexer, pra pra que a massa não desande |
| Confiante, que Jah Jah nos guie e nos comande |
| Coragem no incerto do universo que se expande |